(De)stockmarket

Então então,

No meu frenesim de busca pelo vestido perfeito para o casamento perfeito (repare-se: não o meu) deparei-me com a onda de publicidade nas redes sociais do tão aclamado Stockmarket!

Ora, 80% de desconto em milhentas marcas e grandes oportunidades e desconto no bilhete e pardais ao ninho, fizeram-me crer que aquilo teria algo de fantástico e problem-solver na minha vida, pelo que convenci a minha companheira de compras e rumo ao evento fomos nós…

Chegando ao spot, surgiu logo alguma dúvida por não vermos miúdas com cabelo rosa, loucas, cheias de sacos, a lutar por botas mas ok, demos o benefício da dúvida “Ah e tal é Sexta-feira, a malta está a trabalhar, nós somos umas sortudas por isso é aproveitar” – pensavam as mal informadas convencidonas – e lá entrámos e nós dirigimos à recepção.

Comprámos os quatro bilhetes e feitos mosqueteiros lá fomos entrando, sempre com aquela mega expectativa de entrar num mundo cheio de LV e Gucci ao preço da chuva. Eu esperava a loucura…

Com a fome toda, fomos remexendo pelos vestidos no primeiro stand da entrada, numa de “despacha-te que ainda temos imenso para ver e não vai dar para tudo”. Segundo stand: Fred Perry + tentar impingir roupa da moda para o super resistente namorado = acabar em lamentações com o vendedor do stand por não o conseguirmos convencer.

Bem, prosseguimos para um terceiro, quarto stand, quinto e… oi??? Acabou este pavilhão? Onde está o resto?

Perguntámos a uma vendedora de um stand de meias (sim, stand de meias, não, nada conhecido) que nos respondeu que ainda não tinha saído dali mas que secalhar não havia mas nada e era mesmo apenas “aquilo”.

Indignados, perguntamos ao segurança bigodaças que nem percebeu o porquê de eu estar encarnada que nem um tomate já prestes a sacar dos meus Krav Maga moves (que se baseiam nos que assisti no CSI) de tanta revolta interior pelo fiasco que se encontrava perante mim.

Conclusão: isso… o tão breve que é este artigo sobre o stockmarket representa o que nos foi ali apresentado. No máximo dez stands que ali choveram, duas ou três marcas conhecidas, preços que não refletem os descontos anunciados e acima de tudo, toda uma expectativa defraudada.

Ao sair, encontramos um mini stand abandonado com revistas recentes da Men’s Health e Lux Woman que rapinámos com todo o sentimento de raiva que possuíamos e ainda na tentativa de sentir alguma utilidade neste cenário.

Com isto e se a dormência de escrever isto no telemóvel servirá de alguma coisa que seja para vos deixa o apelo: Stockmarket, só perante um armageddon de lojas chinesas e uma extrema necessidade de collants démodé!!!

Love

Eli🖤

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